sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Catequistas para a Catequese com Adultos: Processo Formativo.

Sabemos e já foi muito falado em nossas formações  que a "Iniciação à Vida Cristã não é  um trabalho só da Catequese .A catequese é uma parte deste processo... pois este é um trabalho de toda a igreja,onde em comunhão trabalharemos  os três "As" : O primeiro "A"  que é o Querígma  é desenvolvido pela Ação Missionaria da Paróquia que deverá contar com uma boa formação Bíblica, Escuta, Diálogo  e principalmente  Sigilo, pois ouvirão muitos particulares dos diferentes jovens e adultos, que por um motivo ou outro, estão afastados ou se estão dentro da Igreja estão por obrigação .
O segundo "A" é dever da catequese que junto com outras pastorais ,litúrgicas ,família ,juventude etc... que irão aprofundar o que foi anunciado  e isto também requer uma boa formação  Bíblica, Litúrgica, Escuta, Dialogo ,e Sigilo   levando-os ao recebimento dos sacramentos da I.V.C. tendo assim uma  Catequese Mistagógica  que juntamente com a Comunidade faz acontecer o Terceiro "A"  que é o A.colhimento, e tudo isso sem controles de datas.   


Se todos concordamos que "é na direção dos adultos que a Evangelização e a Catequese devem orientar seus melhores agentes ",conforme recomenda o documento Catequese Renovada (n. 130 ) deparamos com a necessidade  de respostas urgentes para questões  importantes, tais como:
- Quem sao estes melhores agentes?
- O que significa ser melhor?
- Há critérios que auxiliam na definição  da(0) catequista ideal para caminhar com o Adulto?
- O que oferecer àqueles  que generosamente se colocam à disposição para este trabalho tao necessário na vida da Igreja?
- Que desafios apresentam para o processo de educação da fé?
O Diretório Geral  diz que" qualquer atividade que não conte,  para sua realização,com pessoas verdadeiramente formadas e preparadas, poe em risco sua qualidade.Os instrumentos  de trabalho não podem ser  verdadeiramente  eficazes  se não utilizados  por catequistas  bem formados" (234). Nessa linha, estamos propondo algumas reflexões. 

                                                                             Fonte: Estudos da CNBB n.94 
Continua no próximo capítulo...

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